sábado, 28 de maio de 2011




Sem Laços


Eu, cansado de toda essa dor:

- "Com a delicadeza que me foi tirado o sorriso da face,
A indiferença em mim se tornou norma,
Moldando-se em qualquer forma,
Como o fim do verso que de modo voraz, nasce!

Escolho de forma abrupta o meu caminho.
Abandono aqueles que me impedem,
Não deixo que meus planos sequem...
E não ligo em parar e me ver, sozinho.

Abdico da escrita formal,
Cancelo toda a moral,
Estando sozinho nesse espaço...

Esqueço o 'bom' e o 'mau',
Não digo nenhuma vogal...
Ao romper também este laço!"


Ela, com uma voz machucada:

- "Espero que tudo volte como era antes...
E que você, o seu coração descanse
Vou ficar perto onde minha mão o alcança...
Esperar... Pois, há sempre uma esperança!"





(S. L. Schiapim)

2 comentários:

Luara Potiguara disse...

Então, esse teve rimas muito óbvias, mas eu gostei.
Foi demorado? rs
Ainda sou apaixonada pelo "Pó", acho que foi sua melhor postagem. Gostei desse, mas você vai muito mais além viu?! Não foi seu total esforço, está bom, mas você consegue mil vezes melhor :)

Gio, Infinitivo Perpétuo. disse...

Você tem razão.

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