domingo, 25 de setembro de 2011


Morte Interior


Todo o fingimento contido no mundo,
Com seus humanos pálidos sofrendo...
Enxergar a verde esperança morrendo,
Absolvendo todo esse sentimento imundo.

Fraqueza forçada por não declarar
Inúmeras vezes o que os abalam,
Seus desconfortos internos não se calam
E contrastam com a exaustão de respirar.

Sua alma escurecida não cai,
Enche seus pulmões de poluição e vai...
No fenecimento de não perecer.

Expectorar a fragilidade contida,
Apesar de não acreditar na vida...
Sendo o não morrer e o não viver!


(S. L. Schiapim)


6 comentários:

Adriano Gaúcho Poa disse...

Viver sem existir
tropeçar, sucumbir.

Só pra refletir!
Até onde poderemos ir?

Seus versos me inspiram Sergio!
Forte abraço amigo!

A.L.P. disse...

Ta, parou de dar uma de Clarice Lispector dos versos? Posso comentar?? '-'

Só uma coisa que quero dizer: SEMPRE PERFEITO = seus versos. '-'

Logo eu vou mostrar a todos que conheço e todos eles vão te elogiar a tal ponto que vc vai parar de falar: "meus leitores me superestimam" u_u

Só não se ache tanto, ta? hunf'
Beijos meu amigo poeta! ;*

Gio, Infinitivo Perpétuo. disse...

Meus leitores me superestimam, isso não vai mudar hahahahaha s2

Vanessa T. Santos disse...

Seus sábios pensamentos se transformam em perfeitas reflexões ;-)

Gio, parabéns novamente! A poesia está maravilhosa!!!

gisele disse...

Serginho meu amor!
Voc~e tem um dom maravilhoso,
menino oq esta esperando pra fazer esta livro?
Aposto que é vc quem compoe as musicas da sua banda né?
Mais uma poesia que me deixa sem palavras.
Parabens meu querido!
Tenha uma linda semana.
bjao

Carla disse...

Nesse mundo temos que parecer perfeitos, ligeiros e felizes.
Sinto que entrega a alma nas poesias, com certeza me identifico, cansada da superficialidade.
Honra ler tudo isso, no meio de tantos sem nada a dizer.
Parabéns amigo!!!!!
bjs

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